O seleccionador do Brasil, Carlo Ancelotti, confessou que, apesar de já ter conquistado quase tudo o que o futebol europeu de clubes tem para oferecer, ainda sente o clássico friozinho na barriga antes do arranque de um Campeonato do Mundo.
Em conferência de imprensa de antevisão à partida de estreia contra Marrocos, o técnico italiano afirmou encarar a ansiedade não como uma fraqueza, mas sim como um sinal de alerta necessário para manter a equipa focada.
Ancelotti recorreu a uma metáfora para ilustrar a importância de respeitar o adversário africano, que surpreendeu o mundo na edição passada ao eliminar Espanha e Portugal. O timoneiro explicou que a ausência de medo pode fazer com que se confunda um leão com um gato, sublinhando que o temor ajuda a salvar vidas e a garantir que o grupo entre em campo concentrado, evitando surpresas desagradáveis.
Aos comandos da canarinha, o experiente treinador inicia um capítulo inédito na sua carreira após um percurso lendário na Europa, onde se tornou o único técnico a vencer os campeonatos das cinco grandes ligas europeias e a erguer cinco troféus da Liga dos Campeões. Agora, Ancelotti assume a missão de guiar o Brasil rumo ao ambicionado sexto título mundial, um desafio que classificou simultaneamente como um privilégio e uma enorme responsabilidade, mas que faz questão de desfrutar sem se deixar sufocar pela pressão.
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